Lesão do esporte

Esportes causam lesões?

Sim, existem as chamadas “lesões do esporte”. Porém, há diferentes níveis e tipos de lesões, entenda mais:

O que é?

Como o próprio nome sugere, lesões do esporte são traumas e fraturas, bem como entorses, luxações e tendinites que ocorrem em decorrência da pratica esportiva. Os problemas podem surgir nos ossos, músculos, articulações ou nervos.

Todavia, o esforço repetitivo (como levantar muito peso por longos períodos ou pedalar horas a fim sem preparação física), também podem acarretar em lesões.

O sintoma é sempre de dor?

Os sintomas variam de dor, dormência, dificuldade motora até pequenas fisgadas. É necessário um médico especialista para identificar uma lesão por esporte.

De forma geral, os sintomas (dor e inchaço principalmente) podem surgir no instante em que há o trauma, ou seja, durante a prática do esporte (ao exemplo de traumas, entorses, luxações e fraturas).

Porém, em casos de tendinites, o sintoma de dor pode ser tardio e progressivo.

Como ocorre a lesão?

As causas podem ser um treinamento excessivo, preparo físico insuficiente, uso de anabolizantes ou esforço repetitivo. Mas não só isso como também quedas ou acidentes durante a pratica esportiva.

Todavia, a falta de hidratação, uso de calçados inadequados e até mesmo a má alimentação, também são fatores que causam lesões do esporte.

Ao sofrer um trauma durante a pratica esportiva é necessário se dirigir ao médico imediatamente.

Como é feito o tratamento?

O tratamento depende da causa e do nível de dor do paciente, entretanto, é possível que o médico faça uso de medicamentos e de fisioterapia.

Há um método preventivo?

Sim, uma alimentação correta e a prática de alongamentos são métodos de se evitar uma futura lesão, porém, conhecer seu corpo e seus limites, é essencial para qualquer indivíduo que queira praticar esportes.

Realizar um acompanhamento médico, é imprescindível para quem realiza a prática esportiva com mais afinco.

pessoa com medidor de insulina verificando sua diabetes

Diabetes: Falta de açúcar no sangue?

O que é?

Conhecida popularmente como “falta de açúcar no sangue” a diabetes na verdade é a dificuldade que o pâncreas pode apresentar em produzir insulina (hormônio que absorve a glicose no corpo). Há, no entanto, mais de um tipo de diabetes.

Quais sintomas são mais comuns?

Os sintomas são facilmente percebidos, porém, são eventualmente confundidos com outras doenças. É importante ater-se a feridas que demoram para cicatrizar, aumento do apetite, alterações de visão e infecções na pele e nas unhas.

Como descobrir se tenho diabetes?

Ao sinal de um ou mais sintomas, procure seu médico.

O diagnóstico é feito através de exame de sangue. Podendo ser o exame no entanto, laboratorial ou durante a própria consulta.

Comer açúcar é a causa?

O tipo 1 de diabetes apresenta como causa a incapacidade do pâncreas em produzir insulina.

No tipo 2, contudo, o pâncreas produz a insulina, mas com pouca eficiência, ou seja, a insulina não consegue sintetizar a glicose.

Há também a chamada diabetes gestacional, que é decorrente do aumento de peso da mãe.

O consumo de açúcar não leva um paciente a desenvolver diabetes, todavia o sobrepeso pode ser uma causa para a doença.

Como é feito o tratamento?

O tratamento pode ser feito com uso de insulina injetável ou medicamentos, porém, exercícios físicos e reeducação alimentar podem auxiliar no tratamento.

Convivendo com a doença:

A diabetes não possui cura, entretanto, é possível que seja controlada. O paciente diagnosticado com a doença, precisa mudar seus hábitos alimentares e iniciar uma prática de exercícios caso queira melhorar sua qualidade de vida.

Geralmente, conviver com a diabetes significa ter que medir a glicemia em casa e por vezes fazer uso de medicações injetáveis, todavia, cada caso é único e deve ser acompanhado por um especialista.

Qual especialista pode fazer o acompanhamento da diabetes?

Se você já possui um clínico geral de confiança é possível que este auxilie no tratamento da diabetes. Porém, como se trata de uma doença de cunho endocrinológico, o médico endocrinologista é o mais recomendado para o tratamento.

No caso de crianças e idosos, o pediatra e o geriatra também podem fazer o acompanhamento de seus pacientes respectivamente.

Pessoa com obesidade

Obesidade: riscos, causas e tratamentos

O que é?

A obesidade é caracterizada pelo peso excedente, ou seja, um acúmulo de gordura prejudicial à saúde. Porém, ao contrário do que se dizia antigamente, não é só a má alimentação que pode ocasionar a doença.

Quais são os sintomas?

Uma pessoa com obesidade pode apresentar sintomas físicos ou internos, o primeiro se caracteriza por aumento da circunferência abdominal, já o segundo se qualifica por cansaço extremo, indisposição, insuficiência respiratória entre outros.

Como saber se estou obeso:

Há um cálculo que pode te auxiliar a saber se você está com obesidade, entretanto, todo diagnóstico só pode ser realizado por um médico.

O cálculo é: Altura multiplicada por ela mesma, depois Peso dividido pelo quadrado da altura. Valores acima de 30 são considerados obesidade.

Sempre consulte um médico pois nada substitui uma avaliação clínica ou exames laboratoriais.

O que causa obesidade?

Há diversas causas para obesidade, entretanto a má alimentação tem sido um dos motivos mais frequentes do aumento de peso.

Disfunções hormonais, todavia, são causas reais do aumento de peso, e nesses casos, o paciente deverá fazer tratamentos além da reeducação alimentar.

Quais as consequências da obesidade?

A obesidade é um fator de risco para diversas outras doenças como hipertensão, diabetes, refluxo, artrose e até infartos. Porém, pessoas com diabetes podem apresentar infertilidade, cansaço extremo dentre outros fatores que interferem na qualidade de vida do paciente.

Quais os possíveis tratamentos?

O tratamento para obesidade depende da causa que levou a essa condição. Todavia, se a causa for má alimentação, o tratamento pode ser uma reeducação alimentar, entretanto se a causa for alguma disfunção hormonal, o tratamento mais adequado pode envolver medicamentos ou cirurgias.

Jamais se automedique ou siga dietas e tratamentos de outras pessoas, é necessário que um especialista avalie a condição de cada paciente, afim de indicar o melhor tratamento. Realizar um tratamento sem a prescrição médica, pode agravar o quadro do paciente.