hérnia umbilical

Hérnia Umbilical

O que é

A hérnia umbilical ocorre quando uma porção de revestimento do abdômen faz uma protuberância no umbigo. O problema pode ser visível ou apenas sentido com toque.

Hérnias podem causar constrangimentos, porém, é importante saber que seu problema real não é estético, e deve ser tratado mesmo com ausência de dor.

Sintomas

O sintoma é em suma físico (inchaço), porém, Geralmente não causa dor.

Causas

As principais causas são obesidade, gravidez múltipla e cirurgias abdominais, entretanto, é comum o surgimento de hérnias em crianças.

Há apenas um tipo de hérnia?

Não, existe mais de um tipo, sendo que sua causa e seu tamanho são variáveis.

Tratamentos

Em bebês geralmente a hérnia se reverte sozinha. Em adultos pode ser necessária cirurgia, contudo, não há medicamentos para o trato do problema.

Como é a cirurgia?

O procedimento com nome de herniorrafia, pode ser feito tanto através de um corte no abdômen quanto por laparoscopia.

Os cuidados pós cirúrgicos são simples, e possuem diretrizes como: não pegar peso, manter uma alimentação saudável e não dirigir.

Qual médico procurar?

O especialista indicado para realizar o diagnóstico e cirurgia de hérnias umbilicais é o cirurgião geral.

Quando operar?

Em crianças, a cirurgia não é recomendada pois o problema pode se resolver sozinho até os 5 anos de idade, todavia, em adultos, a cirurgia é sempre indicada pelo fato de ser o único tratamento possível.

A hérnia pode provocar complicações?

Sim, o nódulo pode comprimir partes do abdômen, pode romper, necrosar e causar dor, infecções e muito mais.

Quem tem hérnia pode realizar exercícios físicos?

Apesar de ser recomendado que todas as pessoas realizem algum tipo de atividade física, no caso de pacientes com hérnias, a musculação é contraindicada.

Evitar pegar peso e realizar esforço em demasia é um dos meios de prevenir que a hérnia se rompa.

mulher com desvio de septo

Desvio de Septo: como é a cirurgia?

O que é?

O nariz possui duas narinas, e essas são separadas por uma estrutura chamada “septo”. Por algum motivo essa estrutura pode sofrer uma distorção. Esse desvio só é considerado um problema quando interfere na respiração do paciente.

O desvio de septo é um dos causadores do ronco.

Há pessoas, no entanto, que procuram a cirurgia de reparação por motivos estéticos.

Quais as causas do desvio?

As principais causas são a predisposição genética e traumas após processos inflamatórios.

Como ocorre o diagnóstico?

O diagnóstico é feito com análise clínica, ou seja, os exames laboratoriais geralmente servem para mostrar ao médico o nível do desvio apenas.

Quais os sintomas mais comuns?

Os sintomas podem muitas vezes não aparecer, todavia, quando surgem, podem ser de variados graus. O desvio, contudo, é visível em muitos casos.

Obstrução nasal, ronco, inflamações no nariz, ouvido e garganta, além de dores de cabeça e respiração pela boca, costumam ser os sintomas mais comuns para quem sofre com o desvio de septo.

Qual é o tratamento?

Em casos leves pode ser que não haja necessidade de um tratamento, todavia em casos mais complexos o paciente poderá realizar uma cirurgia de correção.

Como é a cirurgia?

A cirurgia costuma ser simples e durar menos de 2 horas.

Durante o procedimento, é feito um pequeno corte dentro no nariz, portanto não ficam cicatrizes. O médico faz então o alinhamento do septo e fecha o corte.

O pós cirúrgico, de maneira generalizada, é simples apesar de ser um pouco incômodo. Por conta dos cortes internos, o nariz pode ficar obstruído nos primeiros dias.

Além de pequenos sangramentos nasais, a garganta também pode incomodar e ficar um tanto irritada, porém, os sintomas costumam passar em menos de uma semana.

Os resultados cirúrgicos costumam ser excelentes, mas principalmente em crianças pode ocorrer de o desvio voltar com o passar nos anos.

aneurisma cerebral

Aneurisma cerebral: você sabe o que é?

O que é?

O cérebro é composto de diversos componentes, e dentre eles há artérias. Quando a pressão do sangue por algum motivo força uma região menos resistente da artéria, surge uma protuberância que é passível de rompimento ou que pode comprimir outras partes do cérebro. Essa protuberância é o chamado aneurisma

Aneurismas são sérios e suas consequências podem ser irreversíveis. Ao sinal de qualquer indício, procure seu médico.

Existe apenas um tipo de aneurisma cerebral?

Não, aneurismas variam de tamanho e localização, o que faz de cada caso único.

Quais são os sintomas?

Os sintomas podem não existir no caso de aneurismas pequenos, todavia sem casos mais graves, o paciente pode sentir fortes dores de cabeça, náuseas e até perda de consciência.

Sangramentos excessivos podem ser fatais (os sangramentos não são visíveis, pois ocorrem no interior da cabeça).

O que causa um aneurisma cerebral?

As causas nem sempre são exatas, mas há fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver aneurisma: fumo, hipertensão, consumo excessivo de álcool e uso de drogas.

Aneurismas podem nascer com o paciente ou surgirem depois. Todavia, é mais comum em adultos do que em crianças.

Traumas e infecções podem ser causadores do aneurisma, por isso é importante se dirigir a um médico quando bater a cabeça ou apresentar sinais de infecção.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico requer exames laboratoriais, dentre os mais comuns são estão a tomografia computadorizada da cabeça e a ressonância magnética da cabeça.

Existe tratamento?

O tratamento ocorre de acordo com a localização e tamanho do aneurisma.

Cirurgias e medicamentos são os recursos mais utilizados para tratar aneurismas.

Estou com um aneurisma, e agora?

Aneurismas podem estourar e ser fatais, portanto, é necessário um cuidado especial para evitar o sangramento. Medicamentos para evitar convulsões e dores podem ser o primeiro passo, ao mesmo tempo em que é necessário fazer repouso total.