infarto

Infarto: ataque cardíaco.

Quando ocorre um infarto?

Também conhecido como “ataque cardíaco”, o infarto ocorre quando há um bloqueio na passagem sanguínea, ou seja, o músculo cardíaco sofre algum dano devido à dificuldade de transporte sanguíneo.

Há vários tipos de infarto?

Há mais de um tipo, sendo sua classificação de acordo com a causa do problema (fulminante, pós cirúrgico e etc)

O que causa o infarto?

É difícil apontar uma causa exata, entretanto, alguns fatores de risco podem aumentar as chances de ataque cardíaco: obesidade, colesterol desregulado, sedentarismo, além de alcoolismo, diabetes e tabagismo.

Quais os sintomas do infarto?

Apesar de ser popularmente caracterizado por uma forte dor no peito, esse não é o único sintoma que indica um infarto. Na lista a seguir falamos de apenas alguns dos indícios que a doença pode apresentar.

  • Dor fixa no peito,
  • dormência nos braços ou pernas,
  • sensação de ansiedade,
  • fraqueza,
  • falta de ar,
  • suor frio,
  • Enjoos (pouco comuns).

Você sabia? pessoas que trabalham 11 horas ou mais por dia, tem 67% mais chances de ter um ataque cardíaco do que pessoas que trabalham 8 horas por dia.

Quais os fatores de risco do infarto?

Assim como diversas doenças, o infarto também possui grupos de risco, dentre eles é possível citar pessoas que fazem uso frequente de cigarros e bebidas alcoólicas, sedentarismo, estresse, diabetes e obesidade.

Como é realizado o diagnóstico?

Geralmente o exame que detecta o infarto é o eletrocardiograma, porém, há casos em que o exame não consegue ser conclusivo, então investe-se em mais exames específicos.

Como é feito o tratamento para infarto?

Antes da busca por um tratamento, no entanto, é necessário ir ao médico com urgência ao sinal de qualquer sintoma.

Para tratamento é possível que o médico receite medicamentos e em casos mais graves, o paciente deverá passar por cirurgias.  É possível também realizar um tratamento preventivo em casos de predisposição genética ou pessoas que se enquadrem em um ou mais fatores de risco.

Bem como quase todas as doenças, manter uma boa alimentação e realizar atividade física regularmente podem prevenir o surgimento da doença.

Medico verificando o batimento cardiaco com estetoscópio

Arritmia Cardíaca: saiba o que é

O que é arritmia?

Arritmia cardíaca é um distúrbio do coração caracterizado pelo descompasso dos batimentos cardíacos. O problema, no entanto, pode ser de batimentos acelerados (Taquicardia), ou de batimentos lentos (bradicardia).

O problema geralmente não é classificado como uma doença mas como uma consequência ou causa de outras doenças.

Qual valor é considerado normal para batimentos cardíacos?

Em média, batimentos de um adulto em repouso ficam em torno de 60 a 100 por minuto. Entretanto, o dia a dia do paciente interfere nesses valores (prática de exercícios, alimentação, uso de medicamentos e etc).

Quais são os sintomas da arritmia?

Sintomas comuns são batimentos acelerados ou lentos, peso ou dor no tórax, falta de ar, além de tontura, desmaio, palidez e sudorese.

Cuidado: palpitações acompanhadas de compressão, aperto no peito ou de perda de consciência são sinais mais graves. Procure seu médico imediatamente.

O que causa arritmia cardíaca?

Há diversas causa para arritmia, inclusive predisposições genéticas ou problemas de nascença. Entretanto, situações como diabetes, alcoolismo e pressão alta, contribuem para o surgimento de descompassos cardíacos.

Complicações da doença:

Caso o diagnóstico demore de ocorrer, é possível que o caso se agrave e traga ao paciente consequências irreversíveis. Os exames de rotina são importantes pois podem identificar além de muitas doenças, a arritmia cardíaca.

Como é realizado o diagnóstico?

O diagnóstico é realizado com auxilio de exames laboratoriais, os mais comuns são o eletrocardiograma e o teste ergométrico ( teste da esteira).

Qual é o tratamento para arritmia cardíaca?

O tratamento pode variar de medicamentos a cirurgias, dependendo, no entanto, do quadro clínico do paciente.

Quem tem arritmia pode realizar atividades físicas?

Dependendo do caso, sim, é possível que a pessoa realize atividades físicas. Todavia, é necessário que um médico analise todo o quadro do paciente para que esse seja liberado para se exercitar.