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Cardiologia

Pericardite: inflamação no coração

O pericárdio é uma bolsa que envolve o coração, essa bolsa é formada por duas estruturas. Quando o pericárdio sofre uma inflamação, temos a pericardite.

O que é pericardite?

O pericárdio é uma bolsa que envolve o coração, essa bolsa é formada por duas estruturas, uma é fibrosa e a outra é serosa. A função dessa bolsa é garantir que o coração são encha acima da sua capacidade. Quando o pericárdio sofre uma inflamação, temos então a pericardite.

O problema pode ser agudo ou crônico, sendo que o primeiro caso é caracterizado por uma inflamação súbita que perdura por aproximadamente 3 semanas. O segundo caso, no entanto, o processo ocorre por um período maior e é gradual.

O que causa a pericardite?

No caso da doença classificada como idiopática (aproximadamente 90% dos casos agudos), não há uma causa conhecida. Todavia, outras vezes a causa pode ser uma infecção por vírus (inclusive o da gripe), fungos ou bactérias.

Doenças autoimunes e insuficiência renal crônica, também pode ser causadores do problema, mas não só isso como tuberculose e febre reumática.

Todavia, algumas medicações podem ter a inflamação do pericárdio com um efeito colateral.

Quais os sintomas da pericardite?

Por se tratar de uma inflamação, é comum que o paciente apresente indícios como febre e ansiedade, todavia, dor no peito e dificuldade de respirar, são características comuns da doença.

Por se tratar de um problema no coração, o paciente também pode apresentar cansaço e inchaço na barriga, nas pernas e até nos pés.

Como é feito o diagnóstico da pericardite?

O diagnóstico requer uma série de exames para que se comprove a inflamação. Dentre os exames que o cardiologista pode solicitar estão a ressonância magnética, radiografia do tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma e hemograma completo.

Existe tratamento para a pericardite?

Geralmente em casos mais leves, apenas o uso de medicação é o suficiente para que o problema seja tratado, porém, em casos mais graves a internação se faz necessária e o paciente é submetido a tratamentos mais fortes.

Não existe, no entanto, uma maneira de prevenir esse tipo de inflamação.

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