hidrocefalia

Hidrocefalia não é só em bebês

A hidrocefalia é caracterizada pelo acúmulo de líquido cefalorraquidiano no interior da cabeça, esse acúmulo pode ocorrer devido a uma disfunção na produção e reabsorção do líquido ou por alguma obstrução que impeça a drenagem. O problema pode ocasionar danos estruturais no cérebro e requer atenção.

O que causa a hidrocefalia?

O problema pode ser congênito, ou seja, adquirido ainda durante a formação gestacional. Nesses casos, a doença é diagnosticada no pré-natal ou ainda nos primeiros messes de vida. Apesar de as causas exatas muitas vezes não serem conhecidas, mães que possuem doenças infeciosas, são mais propensas a terem filhos com acúmulo de líquido craniano.

A chamada espinha bífida, é uma má-formação na medula espinhal, e é em suma, a causa mais frequente da hidrocefalia, sendo seguida pelo nascimento prematuro e de baixo peso.

É possível adquirir o problema após algum trauma como uma hemorragia, AVC, traumatismo craniano e etc. Por vezes, a popularmente chamada “solitária” pode atingir a medula espinhal, e causar o problema.

Quais os sintomas da hidrocefalia?

Em bebês e recém-nascidos que não tenham sido diagnosticados previamente durante o pré-natal, os indícios são principalmente o crescimento acelerado da cabeça (visivelmente maior) e a fontanela (moleira), pode ter uma aparência dilatada. Olhos voltados para baixo e atraso psicomotor também são indícios do acúmulo do líquido cefalorraquidiano.

Em crianças maiores e adultos, os indícios são desde dores de cabeça e sonolência, até vômitos e convulsões. Por acometer o cérebro, os mais variados sintomas podem surgir.

Em idosos, no entanto, os sintomas se parecem muito com o de outas doenças como o Alzheimer, ou seja, perca de memória e declínio mental, são os indícios mais comuns. Alguns pacientes apresentam dificuldade em reter a urina e lentidão de movimento.

Qual o tratamento para a hidrocefalia?

O tratamento depende exclusivamente da causa, ou seja, se o problema é uma decorrência de um trauma ou de um verme, o tratamento pode envolver medicação e acompanhamento, contudo, em casos congênitos é necessário avaliar o quadro geral do paciente, sendo que a cirurgia para regular a pressão craniana pode ser necessária.

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