depressão

Depressão em idosos tem outros sintomas

Há quem diga que a depressão é o maior problema dos últimos tempos, mas geralmente a doença é associada a jovens e adultos, isto ocorre muitas vezes, porque os sintomas em idosos são diferentes e muitas vezes ignorados ou tratados com o diagnóstico errado.

Cada vez mais a expectativa de vida aumenta, e como consequência temos idosos vivendo mais tempo sozinhos e isolados. Mas o que pouco se sabe é que a depressão em idosos é associada a sintomas físicos e não apenas mentais.

Enquanto jovens costumam seus sintomas voltados para desanimo e falta de prazer em realizar atividades cotidianas, a maioria dos idosos apresenta dificuldade em dormir, diminuição do apetite e dores no corpo como indícios do problema.

Alguns estudos estão começando a encontrar indícios de que a depressão aumenta as chances de o paciente desenvolver problemas de memória ou até mesmo de concentração.

Como prevenir a depressão em idosos?

A prevenção deve ser feita pela família, de modo a acolher o idoso e compreender as mudanças da idade. A pratica de exercícios físicos, bem como nos jovens, é um método eficaz de prevenir a doença, e no caso dos idosos, o fortalecimento muscular também é essencial para evitar quedas.

Frequentar centros de convivência com outros idosos e ter contato constante com a família, são essenciais para a boa saúde do idoso, por isso, o papel da família é importante nesses casos.

Como é feito o tratamento?

O tratamento pode ser feito através de medicação, porém, quanto mais idade o paciente tem, maiores são os cuidados ao utilizar medicação antidepressiva, uma vez que o metabolismo do idoso é mais lento, e os medicamentos costumam ser pesados.

Outro ponto que requer atenção é para o fígado do paciente, pois os remédios também podem afetar esse órgão.

idosa com surdez sendo acolhida pela família

Perda auditiva durante a terceira idade

O que é perda auditiva?

A chamada “surdez” é em suma, um processo comum durante a velhice, mas é preciso atenção especial

A partir dos 50 ou 60 anos de idade, algumas células auditivas do corpo passam a “morrer” ou perder a sua eficiência, todavia, apesar de ser um processo normal, alguns fatores de risco acelerem esse andamento, ocasionando uma perda auditiva maior ou com menor idade.

O que causa surdez?

Apesar de ser uma decorrência normal do corpo em seu processo de envelhecer, a diabetes, a pressão alta e o tabagismo são fatores de risco para o desenvolvimento precoce ou desenfreado da doença.

Quais os principais sintomas?

Os sintomas costumam ser notados pelo próprio paciente que percebe sua dificuldade em ouvir, ou pelos familiares, de modo que esses necessitam de uma articulação melhor para serem entendidos pelo paciente.

Como é feito o diagnóstico da perda auditiva?

O diagnóstico geralmente ocorre com auxílio do exame laboratorial denominado audiometria, que consiste em mensurar as frequências sonoras que o paciente é capaz de ouvir. O exame é capaz de dizer se há perda auditiva e se essa é leve, moderada ou grave.

Existe tratamento para perda auditiva?

Em casos de uma perda auditiva leve e normal, não há necessidade de fazer uso de aparelho auditivo.

Todavia em casos moderados e graves, é necessário um acompanhamento médico para avaliar a possibilidade do uso do aparelho.

O aparelho tem como função amplificar o som, contudo, ele não ajuda o paciente a compreender as palavras.

O papel da família é muito importante para a vida do idoso, e nesses casos é preciso haver paciência, não excluir o paciente de conversas, não gritar para ser ouvido etc.

Especialistas ressaltam, no entanto, que muitas vezes falar mais alto ou mais próximo ao ouvido do paciente (mesmo aqueles que fazem uso do aparelho), não é tão eficaz, a maneira correta de se tratar a situação é falar mais pausadamente e com uma articulação melhor.

Qual profissional procurar para perda da audição?

A princípio, manter uma rotina de consultas regulares com o Geriatra é o método de diagnosticar casos leves. Em casos de maior gravidade, o próprio geriatra poderá encaminhar o paciente para um otorrino.

homem com pneumonia

Pneumonia ou resfriado?

O que é Pneumonia?

A pneumonia é uma infecção pulmonar que surge por consequência da irritação dos alvéolos pulmonares.

Apesar de não ser uma doença própria da geriatria, é necessária uma atenção especial para a população idosa, ao passo que o envelhecimento é um fator de risco para a doença.

Quais são os sintomas da pneumonia?

Os sintomas se parecem com os de uma gripe forte, porém, em uma pneumonia, a evolução da doença, de forma geral acontece mais rapidamente.

Em outras palavras, secreção, febre alta, tosse, mal-estar e falta de ar são comuns em pacientes com essa doença.

Mas é uma pneumonia ou uma gripe?

Apesar de serem facilmente confundidas, há diferenças nos sintomas, de maneira que é comum que quadros de pneumológicos apresentem febre acima de 38°C e resfriados não. Do mesmo modo, outra diferença importante e que é facilmente notada, é a mucosa na tosse, por vezes resfriados possuem tosse seca e pneumonias apresentam mucosa de cor verde-amarelada.

Como a pneumonia é um quadro mais avançado e grave, sintomas como dor no tórax ou mal-estar acima do normal, também podem surgir.

Quais as possíveis causas?

As causas podem ser bactérias, vírus, fungos, substâncias inorgânicas e até por reações alérgicas.

A forma mais comum é provocada por bactérias, que se infiltram nos alvéolos pulmonares. A doença pode acometer apenas um dos pulmões ou ambos.  

O tabagismo é um agente causador comum de pneumonias. Mas, estar exposto a ar-condicionado constantemente, vem se mostrando um possível fator que contribui para o surgimento da doença.

Como é o diagnóstico?

Por se tratar de uma doença pulmonar, geralmente o diagnóstico é feito com exame de raio X dos pulmões.

Tratamentos para pneumonia:

Os tratamentos geralmente envolvem medicamentos (antibióticos e corticoides), porém em casos de pneumonia avançados é possível que o paciente precise ficar internado, recebendo medicamentos intravenosos e sob supervisão de médicos e enfermeiros.

É possível prevenir a pneumonia?

Assim como gripes, a doença também pode ser prevenida com vacinas e com higiene adequada.

Ossos desgastados

Osteoporose

O que é osteoporose?

A osteoporose atinge principalmente a população idosa feminina, essa doença acomete a densidade óssea, enfraquecendo-a, ou seja, os ossos ficam porosos e facilmente se fraturam.

Apesar de todas as pessoas perderem massa óssea, em casos de pacientes com esse problema, esse processo é acelerado.

Quais são os sintomas da osteoporose?

Apesar de ser uma doença silenciosas, fraturas e dores são os principais sintomas que são percebidos.

Em alguns casos, é possível verificar que o paciente anda encurvado e aparenta diminuir de altura.

O que causa a osteoporose?

As causas podem ser o envelhecimento, deficiência de minerais no corpo ou uso contínuo de medicamentos, porém, o tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas podem aumentar as chances de se desenvolver a doença.

Como é realizado o diagnóstico?

O diagnóstico é geralmente feito após a primeira fratura uma vez que os sintomas podem não ser perceptíveis. 

O exame que detecta a doença se chama densitometria óssea.

Ainda que seja associada a população idosa, nenhuma idade está obstante de desenvolver a doença.

Existe algum tratamento para osteoporose?

O tratamento depende da causa, todavia o uso de medicamentos pode auxiliar na fortificação óssea. Assim como diversas outras doenças, a reeducação alimentar e a fisioterapia também podem ajudar na reabilitação do paciente.

Em casos mais graves, é possível que seja prescrito aplicações de ácido zoledrônico.

A osteoporose tem cura?

Apesar de a doença não possuir cura, com os constantes avanços da medicina, é possível amenizar drasticamente os efeitos da osteoporose.

Qual especialista procurar?

Endocrinologistas, ginecologistas, fisiatras e geriatras são alguns dos médicos que podem auxiliar pacientes com osteoporose.

É possível prevenir a osteoporose?

Sim, apesar de ser uma doença que acomete principalmente a população idosa, os cuidados devem começar cedo. Ingerir alimentos com cálcio e vitamina D são essenciais para uma boa saúde, porém, exposição solar moderada com uso de filtro e prática de exercícios.