homem com síndrome do intestino irritável

Síndrome do intestino irritável

O que é síndrome do intestino irritável?

É uma doença que acomete tanto o intestino grosso como o delgado, causando uma deficiência funcional desse órgão.

O que causa a síndrome do intestino irritável?

Apesar de as causas exatas não serem conhecidas, é possível apontar alguns fatores que envolvem a doença.

Alimentação

Apesar de as relações entre alergia/intolerância alimentar e a síndrome do intestino irritável ainda serem desconhecidas, vem se observando que os sintomas da doença costumam surgir principalmente com a ingestão de alguns alimentos específicos.

Estresse

O estresse pode prejudicar diversos âmbitos da saúde do paciente, incluindo problemas intestinais.

Idade

Indícios vem mostrando que pessoas de até 45 anos de idade apresentam mais a doença, do que os mais velhos.

Quais os sintomas da síndrome do intestino irritável?

Os sintomas se assemelham muito a alergias alimentares, contudo, o problema é geralmente crônico e, portanto, podem variar de acordo com cada caso.

De maneira geral, dores abdominais, gases, diarreia ou constipação e muco nas fezes, são os principais indícios da doença.

Como ocorre o diagnóstico da síndrome do intestino irritável?

O diagnóstico requer primeiramente uma análise clínica dos sintomas, sendo que o médico indicado para tanto, é o gastroenterologista, também conhecido como “gastro”

Exames de sangue e de cultura de fezes também auxiliam no descarte de outros problemas. Pode haver, no entanto, necessidade de exame de colonoscopia ou raio X para que a presença da doença seja confirmada.

Existe tratamento para a síndrome do intestino irritável?

Sim, existe tratamento, contudo, como as causas não são conhecidas, o tratamento medicamentoso geralmente tem como utilidade, o controle dos sintomas. Uma das maneiras mais efetivas de se tratar a doença é com mudanças na rotina, como por exemplo a inclusão de fibras na alimentação e a eliminação de bebidas gaseificadas

mulher com distensão abdominal em fundo rosa

Distensão abdominal: barriga inchada

O que é distensão abdominal?

Quando há presença de alguma substância no interior da barriga (sendo um gás, um líquido ou um sólido), o abdômen incha, temos a distensão do abdominal.

O problema se torna grave e urgente quando o paciente apresentar febre, dores, diarreia com sangue, vômitos ou dificuldade em comer e andar. Procure um médico.

O que causa a distensão abdominal?

Há diversas causas para o problema, contudo, os mais comuns são relacionados a alimentação, ou seja, comer compulsivamente, alimentar-se em demasia, intolerância alimentar, síndrome do intestino irritável etc.

Todavia, insuficiência pancreática e uso de medicação também podem ser causadoras do problema.

Há mulheres que incham durante o período menstrual, o processo é normal, mas também é uma causa da distensão do abdômen.

A obesidade também aparece como um dos causadores da distensão, uma vez que a barriga expande por conta do acúmulo de gordura

Quais são os sintomas da distensão abdominal?

O sintoma é em suma físico, ou seja, a barriga aparenta estar inchada e maior. Todavia, sabe-se que o paciente pode apresentar sensibilidade ao toque na região e uma sensação de barriga cheia.

Existe tratamento para a distensão abdominal?

Sim existe tratamento, contudo, depende da causa. O médico indicado para diagnosticar e tratar o problema, é o gastroenterologista, popularmente chamado apenas de gastro.

Em casos de constipação intestinal ou gases, geralmente o uso de medicação é suficiente para que o problema seja sanado.

Ingerir alimentos ricos em fibras e beber água em quantidade adequada, auxiliam o intestino a funcionar da melhor maneira possível, ou seja, podem chegar a prevenir que o problema ocorra.

Em casos que a distensão é uma consequência da obesidade, a reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos, são métodos eficazes e não invasivos para que o problema seja sanado.

pancreatite

Pancreatite: o que é, causas, sintomas e tratamentos

O que é pancreatite?

O pâncreas é uma fica localizado na parte superior do abdômen e é responsável por produzir hormônios, uma vez que esse órgão se inflama, temos a pancreatite.

O problema pode surgir de forma aguda ou crônica, todavia, casos leves geralmente desaparecem rapidamente.

Casos que são agudos, no entanto, surgem de forma repentina e necessitam de tratamento adequado.

O que causa a pancreatite?

É no pâncreas que nascem algumas das enzimas que ajudam na digestão dentro do intestino delgado, contudo, essas enzimas permanecem inativas até que passem pelos dutos pancreáticos. A inflamação ocorre quando essas enzimas são ativadas ainda dentro do pâncreas, causando danos ao órgão.

Assim como diversas doenças há fatores de risco que aumentam as chances de o paciente desenvolver o problema, e são eles o alcoolismo, triglicérides altos e hipercalcemia.

Quais são os sintomas mais comuns da pancreatite?

Os sintomas são facilmente ignorados ou confundidos com outras doenças, contudo, cada paciente pode apresentar uma variação de caso para caso. Os indícios mais comuns são dores abdominais, náuseas, vômito e febre.

Como a pancreatite é diagnosticada?

Há uma série de exames que diagnosticam essa doença, dentre eles no entanto, os mais comuns são o exame de sangue, ultrassonografia, tomografia e ressonância. É necessário um médico especializado para diagnosticar a doença.

O médico gastroenterologista (também chamado de “gastro”), é o especialista responsável por tratar o problema.

Existe tratamento para pancreatite?

Sim, mas de maneira geral requer que o paciente permaneça hospitalizado. O tratamento pode variar desde medicação até a necessidade de intervenção cirúrgica.

É possível prevenir a pancreatite?

Não há um método científico de prevenir a inflamação do pâncreas. Todavia, médicos afirmam que manter uma alimentação saudável, ingerir água em quantidade adequada e realizar exercícios físicos podem prevenir diversas doenças, assim como a pancreatite.

Mulher com dor devido refluxo gástrico

Refluxo gástrico: uma doença pediátrica?

O que é refluxo?

Doença do sistema digestivo onde há uma irritação da mucosa do tubo alimentar em decorrência do ácido do estômago que volta pelo esôfago.

É verdade que há apenas um tipo de refluxo gástrico?

Não, há mais de um tipo de refluxo, porém, apenas um médico capacitado é capaz de classificar a doença.

É verdade que é uma doença pediátrica?

A resposta pode ser sim, ou não.

Sim, pois muitos bebês podem apresentar os sintomas de refluxo por alguns meses da vida, contudo, em muitos casos os sintomas passam com o tempo.

Não, uma vez que a doença pode acometer pessoas de qualquer idade, entretanto, os sintomas podem ser percebidos a qualquer momento.

Quais são os sintomas?

Os sintomas se parecem com uma gastrite, mas, além de dor abdominal, o paciente com refluxo pode apresentar tosse, arrotos, azias e mau hálito.

O que causa refluxo?

Não é possível apontar apenas uma causa para o refluxo, porém, existem condições que podem estimular o surgimento dessa doença, dentre elas:

Como é realizado o diagnóstico da doença?

O diagnóstico é feito com auxílio de endoscopia e com análise clínica dos sintomas.

Qual o tratamento?

O tratamento varia desde mudanças na dieta até uso de medicamentos. Mas, em muitos casos, não há uma cura, apenas um controle dos sintomas.

Qual médico devo procurar?

Apesar de o pediatra ser capacitado para diagnosticar e tratar o a doença em crianças, o especialista mais indicado é o gastro.

Quem tem refluxo, precisa realizar uma dieta com restrição?

Nem sempre uma dieta com restrição é obrigatória para pessoas com doenças gástricas,

Todavia, em muitos casos, uma dieta controlada, pode ajudar a controlar os sintomas.

hepatite

Hepatite: Quais os tipos que existem?

O que é hepatite?

Hepatite é o nome utilizado para qualquer degeneração do fígado. Os tipos mais comuns são o tipo A,B,C, alcoólica, medicamentosa ou autoimune, todavia, não são os únicos.

Hepatite A:

A hepatite do tipo “A”, é causada por um vírus chamado “HAV”. O vírus pode ser transmitido tanto por água ou alimentos contaminados, quanto sexualmente.

Os sintomas do tipo A no entanto, demoram de 10 a 50 dias para surgir, mas quando surgem são: febre, icterícia (pele e olhos amarelados) e mal-estar, além de urina com coloração alaranjada e fezes esbranquiçadas.

Hepatite B:

O do tipo “B” por sua vez, é causada pelo vírus “HBV” e seu meio de transmissão é pelos fluidos corporais, ou seja, por compartilhamento de alicates, por meio de reações sexuais sem preservativo, por uso de material cirúrgico ou odontológico não esterilizado etc. A hepatite B pode ser passada de mãe para filhos também, durante a gravidez.

Apesar de ser comum que o tipo B não apresente sintomas por longos períodos, de maneira geral ao descobrir a doença anos após o problema estar instaurado no corpo, o paciente pode se deparar com um problema crônico ou com uma cura espontânea.

Hepatite C:

O tipo “C” é causada pelo vírus “HCV” e sua transmissão ocorre igualmente a do tipo B, com a diferença de que não pode ser herdada geneticamente.

Raramente o tipo C apresenta sintomas logo de início, todavia, com a evolução da doença os indícios são os mesmos do tipo A.

Hepatite alcoólica:

O tipo alcoólico, como o próprio nome sugere, é uma decorrência do uso abusivo da ingestão de álcool. Esse tipo de hepatite pode ocasionar cirrose ou insuficiências hepáticas.

Os sintomas são em suma iguais aos do tipo A.

Porém, em casos mais graves o paciente pode apresentar convulsões e insuficiência renal.

Hepatite autoimune:

Por fim, a autoimune ocorre por uma falha do sistema imunológico, que começa a produzir anticorpos que reagem contra o fígado.

Em mulheres, um sintoma característico é a redução da menstruação, mas em casos generalizados, os indícios costumam ser além de icterícia, vermelhidão na pele, desconforto abdominal e dores nas articulações.

Qual especialista procurar?

O especialista mais indicado é o Endocrinologista.

mulher com gastrite

Gastrite: Não ignore os sintomas

O que é gastrite?

A gastrite é a inflamação ou infecção da mucosa interna do estômago. O problema no entanto, pode ser agudo (surge de vez em quando e de forma repentina), ou crônico (quando a inflamação requer mais tempo para ser controlada e os sintomas persistem por mais tempo).

Há mais de um tipo, sendo que pode ocasionar a inflamação de parte da mucosa estomacal ou toda ela.

A inflamação também varia em seu nível de agressividade, ou seja, pode ser leve ou chegar a destruir parte do revestimento interno do estômago, causando até mesmo úlceras e sangramentos.

Quais as causas da gastrite?

De maneira geral a causa é a baixa eficiência da barreira da mucosa que envolve a parede estomacal, contudo, há bactérias e vírus (Helicobacter pylori por exemplo), que são causadores comuns de gastrite.

Assim como diversas outras doenças, existem fatores que contribuem para o desenvolvimento da gastrite, dentre eles os mais comuns são o uso de medicação recorrente (principalmente anti-inflamatórios), o alcoolismo e o estresse.

Quais os sintomas da gastrite?

Por vezes alimentos gordurosos e industrializados podem causar a maioria dos sintomas da gastrite, por isso é necessário entender sua rotina alimentar e procurar um especialista ao sinal de um ou mais sintomas.

A queimação no estômago é, de maneira geral, o sintoma mais perceptível em curto prazo, por incomoda muito o paciente.

Juntamente com isso, é possível que o paciente apresente náuseas, dores abdominais, indigestão e perda de apetite, todavia, em casos mais graves (com sangramentos), é possível observar fezes escuras ou vômito com sangue.

Como é feito o diagnóstico da gastrite?

O método mais comum nos dias de hoje é o exame laboratorial denominado Endoscopia.

Qual médico procurar para tratar a gastrite?

Em suma, por se tratar de um problema do trato digestivo, o profissional indicado é o gastro.

Existe algum tratamento para a gastrite?

Sim, apesar de não haver cura, o tratamento realizado com uso de medicação vem se mostrando cada vez mais efetivo.

Em casos leves (sem presença de vírus ou bactérias), os medicamentos indicados podem apenas minimizar os sintomas, cabendo ao paciente realizar uma reeducação alimentar para que o problema seja sanado.