criança com paralisia devido poliomielite

Poliomielite, paralisia infantil

O que é poliomielite?

Também chamada de paralisia infantil, é uma doença ocasionada por um vírus, que origina uma paralisia parcial ou total do paciente.

Apesar do nome popular, o problema pode acometer qualquer idade. De maneira geral a doença está erradicado por conta das fortes campanhas de vacinação, contudo, novas ondas de grupos contra a vacinação, fazem com que o problema necessite de atenção novamente.

Quais as causas da poliomielite?

A causa da doença é o poliovírus que pode, no entanto, ser contraído por contato com a pessoa contaminada ou até mesmo pelo ar. Água e alimentos contaminados também podem ser transmissores do problema.

O vírus entra no corpo por meio da boca ou do nariz, e assim se multiplica pela garganta e todo o trato intestinal. Uma vez que a proliferação atinge a corrente sanguínea, o problema pode facilmente ir para o sistema nervoso, causando assim a paralisia do corpo.

Quais os sintomas da poliomielite?

Os sintomas se parecem muito com o de uma gripe, ou seja, febre, garganta inflamada, dores de cabeça e fadiga, por isso ressaltamos a importância de ir ao médico.

Em casos que a doença já atingiu o sistema nervoso, portanto um quadro mais avançado, o paciente pode apresentar fraqueza muscular, perda de reflexos e até mesmo dores.

A poliomielite tem cura?

Dependendo do quanto o vírus se proliferou e do local atingido, é possível que haja a cura do paciente, todavia, em casos que o problema se instaurou na medula espinhal ou no cérebro, há grandes chances de que o paciente fique com sequelas (paralisia parcial ou total).

Há um meio de prevenir a poliomielite?

Sim, depois das campanhas de vacinação, a chamada “gotinha”, os casos já caíram quase 99% no Brasil.

Apesar de as vacinas serem usadas a anos como método de prevenção, nos dias de hoje muitas pessoas estão deixando de vacinar seus filhos, portanto, é necessário ficar atento para que a doença não volte a ocorrer.

mulher com distensão abdominal em fundo rosa

Distensão abdominal: barriga inchada

O que é distensão abdominal?

Quando há presença de alguma substância no interior da barriga (sendo um gás, um líquido ou um sólido), o abdômen incha, causando assim a distensão do mesmo.

O problema se torna grave e urgente quando o paciente apresentar febre, dores, diarreia com sangue, vômitos ou dificuldade em comer e andar.

O que causa a distensão abdominal?

Há diversas causas para o problema, contudo, os mais comuns são relacionados a alimentação, ou seja, comer compulsivamente, alimentar-se em demasia, intolerância alimentar, síndrome do intestino irritável etc.

Todavia, insuficiência pancreática e uso de medicação também podem ser causadoras do problema.

Há mulheres que incham durante o período menstrual, o processo é normal, mas também é uma causa da distensão do abdômen.

A obesidade também aparece como um dos causadores da distensão, uma vez que a barriga expande por conta do acúmulo de gordura

Quais são os sintomas da distensão abdominal?

O sintoma é em suma físico, ou seja, a barriga aparenta estar inchada e maior. Todavia, sabe-se que o paciente pode apresentar sensibilidade ao toque na região e uma sensação de barriga cheia.

Existe tratamento para a distensão abdominal?

Sim existe tratamento, contudo, depende da causa. O médico indicado para diagnosticar e tratar o problema, é o gastroenterologista, popularmente chamado apenas de gastro.

Em casos de constipação intestinal ou gases, geralmente o uso de medicação é suficiente para que o problema seja sanado.

Ingerir alimentos ricos em fibras e beber água em quantidade adequada, auxiliam o intestino a funcionar da melhor maneira possível, ou seja, podem chegar a prevenir que o problema ocorra.

Em casos que a distensão é uma consequência da obesidade, a reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos, são métodos eficazes e não invasivos para que o problema seja sanado.

andropausa

Andropausa: a menopausa masculina

O que é andropausa?

Os hormônios masculinos são produzidos em sua maioria nos testículos, todavia, quando estes deixam de produzir hormônios o suficiente, temos a chamada andropausa.

Aproximadamente 33% dos homens acima de 60 anos irão passar pelo processo da diminuição de hormônios, portanto, o problema não é considerado generalizado. O processo não é instantâneo, mas sim gradual, podendo durar décadas.

A doença é comumente chamada de “Menopausa masculina”, contudo, ambas são muito diferentes.

Quais os sintomas da andropausa?

A variedade de sintomas é grande e depende de cada caso, contudo a queda hormonal pode ocasionar alterações uma de humor, cansaço, perda de massa muscular e diminuição da libido.

A diminuição da testosterona pode também estar associada a doenças cardiovasculares, diabetes, aumento de colesterol e hipertensão, por isso é importante buscar ajuda médica.

Não há um sintoma específico que indique a andropausa como ocorre com o fim da menstruação nas mulheres, por esse motivo o diagnóstico requer um profissional qualificado e uma análise minuciosa dos sintomas.

Existe tratamento para a andropausa?

Sim, mas apesar de o tratamento existir não está relacionado a resgatar a juventude do homem, mas sim como um controle dos sintomas.

De maneira geral a reposição hormonal é o método utilizado para tratar o problema, e a reposição, contudo, ocorre geralmente por meio de medicação.

o médico indicado para tratar essa doença é no entanto o endocrinologista, pois esse especialista é apto para diagnosticar e acompanhar quadros de disfunções hormonais, ao exemplo da testosterona.

Há um meio de prevenir a andropausa?

Por se tratar de um processo normal do corpo, não há um meio científico de prevenir o problema, mas se consultar com um médico regularmente após os 40 anos de idade é um meio de descobrir a doença com maior facilidade e assim poderá haver um controle maior dos sintomas.

síndrome de cushing

Síndrome de Cushing

O que é a síndrome de cushing?

Há no corpo diversos hormônios que mantém o corpo funcionando adequadamente, dente tantos hormônios, temos o chamado cortisol.

O cortisol é conhecido como o hormônio do estresse, e mesmo sendo benéfico para o corpo, em muitos casos pode causar o aumento de gordura corporal e a perda de massa muscular, sendo assim visto como algo maléfico para o organismo.

A síndrome é, portanto, o nível elevado de cortisol.

O que causa a síndrome de Cushing?

O cortisol é produzido pelas glândulas suprarrenais, e estes são também os responsáveis pelos altos níveis do hormônio. Todavia, há casos em que o problema surge como uma decorrência do uso excessivo de medicamentos corticoides.

Quais são os sintomas da síndrome de Cushing?

Os sinais são muito relativos a cada caso, contudo, na maioria das vezes a obesidade ocorre em pacientes com o problema. Indícios que podem ou não surgir são de cunho cutâneos, ou seja, que acometem a pele, exemplos são acne e estrias.

Em mulheres é possível que a paciente apresente desregulação na menstruação e pelos no rosto (hirsutismo).

Em homens, no entanto, é frequente que haja uma diminuição da libido e disfunção erétil.

Como é feito o diagnóstico da síndrome de Cushing?

Por se tratar de uma deficiência hormonal, não há exames físicos que comprovem a doença, contudo, exames de sangue e urina são suficientes para realizar o diagnóstico

Existe tratamento para a síndrome de Cushing?

Infelizmente não há cura, mas sim um controle do problema.

Como conviver com a síndrome de Cushing?

Conviver com qualquer doença significa mudar hábitos antigos e criar novos. Nesses casos as primeiras mudanças devem ser em comportamentos alimentares, ou seja, manter uma dieta saudável e balanceada.

pancreatite

Pancreatite: o que é, causas, sintomas e tratamentos

O que é pancreatite?

O pâncreas é uma fica localizado na parte superior do abdômen e é responsável por produzir hormônios, uma vez que esse órgão se inflama, temos a pancreatite.

O problema pode surgir de forma aguda ou crônica, todavia, casos leves geralmente desaparecem rapidamente.

Casos que são agudos no entanto surgem de forma repentina e necessitam de tratamento adequado.

O que causa a pancreatite?

É no pâncreas que nascem algumas das enzimas que ajudam na digestão dentro do intestino delgado, contudo, essas enzimas permanecem inativas até que passem pelos dutos pancreáticos. A inflamação ocorre quando essas enzimas são ativadas ainda dentro do pâncreas, causando danos ao órgão.

Assim como diversas doenças há fatores de risco que aumentam as chances de o paciente desenvolver o problema, e são eles o alcoolismo, triglicérides altos e hipercalcemia.

Quais são os sintomas mais comuns da pancreatite?

Os sintomas são facilmente ignorados ou confundidos com outras doenças, contudo, cada paciente pode apresentar uma variação de caso para caso. Os indícios mais comuns são dores abdominais, náuseas, vômito e febre.

Como a pancreatite é diagnosticada?

Há uma série de exames que diagnosticam essa doença, dentre eles no entanto, os mais comuns são o exame de sangue, ultrassonografia, tomografia e ressonância. É necessário um médico especializado para diagnosticar a doença.

O médico gastroenterologista (também chamado de “gastro”), é o especialista responsável por tratar o problema.

Existe tratamento para pancreatite?

Sim, mas de maneira geral requer que o paciente permaneça hospitalizado. O tratamento pode variar desde medicação até a necessidade de intervenção cirúrgica.

É possível prevenir a pancreatite?

Não há um método científico de prevenir a inflamação do pâncreas. Todavia, médicos afirmam que manter uma alimentação saudável, ingerir água em quantidade adequada e realizar exercícios físicos podem prevenir diversas doenças, assim como a pancreatite.

diverticulite

Diverticulite: o que é, sintomas e tratamentos

O que é diverticulite?

Divertículos são estruturas presentes no interior do intestino, uma vez que essas estruturas se inflamam ou infectam, temos a chamada diverticulite.

Apesar de que o problema pode surgir em qualquer parte do sistema digestivo, é recorrente que apareça no intestino grosso.

Divertículos podem ser comuns após os quarenta anos de idade. Quando são assintomáticos, é possível no entanto que o paciente viva normalmente com o problema.

O que causa a diverticulite?

As causas para o surgimento de divertículos ainda não são conhecidas, contudo, sabe-se que uma alimentação com baixa ingestão de fibras pode facilitar o surgimento de divertículos.

A diverticulite por sua vez, é causada por fezes que ficam presas nos divertículos. Por isso, paciente com esse problema devem manter uma boa alimentação

Quais os sintomas da diverticulite?

Quando há apenas o surgimento de divertículos, não há sintomas, contudo, quando ocorre a inflamação, os sintomas vão desde dores abdominais e inchaços até náuseas e falta de apetite.

Qual especialista que trata a diverticulite?

O especialista indicado para diagnosticar e tratar essa doença, é o cirurgião geral.

Como é realizado o diagnóstico da diverticulite?

Quando há sintomas é comum que o paciente descubra o problema rapidamente, contudo, exames clínicos e laboratoriais como a colonoscopia, são essenciais para diagnosticar a doença.

Existe tratamento para diverticulite?

Sim, de maneira geral o problema pode ser resolvido em pouco tempo.  Em casos mais leves, uso de medicação é o suficiente para tratar a doença, todavia, em casos mais graves pode ser necessária cirurgia de ressecção intestinal. A cirurgia é feita por colonoscopia.

Manter uma boa dieta é um método eficaz para evitar que a diverticulite volte a aparecer. A ingestão de fibras, é essencial para esses casos.

Há um meio de prevenir a diverticulite?

Não há um meio científico de prevenir essa doença, contudo, muitos médicos afirmam que a dieta rica em fibras e ingestão correta de água previne a diverticulite.

mulher com ELA

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

O que é a doença de ELA?

Também chamada de Esclerose lateral amiotrófica, a doença de ELA, causa problemas no sistema nervoso, fazendo então, com que esse tenha uma paralisia motora irreversível.

A perda de movimentos é contínua e pode chegar ao ponto de o paciente perder a capacidade de deglutir e respirar, levando assim muitas vezes o paciente ao óbito.

Os neurônios, que são responsáveis pela transmissão de mensagens para o músculo, se desgastam ou morrem, o que a curto e médio prazo ocasiona o enfraquecimento muscular, e posteriormente a incapacidade de mover-se e respirar.

Como a doença de ELA é diagnosticada?

Primeiramente é necessária uma avaliação clínica dos sintomas, contudo, para confirmar o diagnóstico é possível que p paciente seja submetido a exames laboratoriais como por exemplo exames de sangue, testes respiratórios, tomografia computadoriza, ressonância magnética entre muitos outros.

O que causa a doença de ELA?

As causas do problema ainda não desconhecidas, todavia, sabe-se que em 10% dos casos os pacientes apresentam defeitos genéticos.

Por se tratar de um problema genético, não há fatores de risco para se desenvolver a doença.

Quais os sintomas da doença de ELA?

Como a doença atinge os músculos, o primeiro sintoma característico é a perda gradual de força ou de coordenação motora. No entanto, é possível que o paciente apresente dificuldade de engolir e respirar, cãibras musculares e contrações musculares, além de perda de peso e problemas de dicção.

Por ser um problema muscular, raramente a doença irá afetar os sentidos (visão, audição, paladar, olfato e tato) ou o funcionamento cognitivo do paciente.

Existe cura para a doença de ELA?

Infelizmente mesmo com os avanços da medicina, a doença ainda não possui cura. Todavia, existem tratamento que podem melhorar a qualidade de vida do paciente e possivelmente retardar a evolução da doença.

miocardite

Miocardite: você sabe o que é?

O que é miocardite?

Miocardite é um tipo de inflamação que atinge o coração. A inflamação causa problemas no bombeamento de sangue, ou seja, desregula os batimentos do coração. O problema pode no entanto, ser leve e durar menos de duas semanas, como pode ser grave e causar danos permanentes.

Quais são os sintomas da miocardite?

De maneira geral, em casos leves, o paciente pode nem perceber o problema e então se curar sozinho.

Em casos sintomáticos, é possível perceber dores no peito, arritmias, dificuldade em respirar e até inchaço nas pernas.

Todavia, casos graves podem apresentar perda de consciência, febre e dores de cabeça.

Em crianças, o diagnóstico pode ser mais difícil, uma vez que outras infecções e inflamações podem causar os mesmos indícios e crianças possam ter uma dificuldade maior em relatar seus sintomas.

Como é feito o diagnóstico da miocardite?

O diagnóstico geralmente é feito após a suspeita do médico por meio de análise clínica dos sintomas.  Com a suspeita da doença, podem ser solicitados principalmente três exames, sendo eles: radiografia do tórax, eletrocardiograma e ecocardiograma. Os exames são minimamente invasivos e não requerem uma grande preparação.

Quais as principais causas da miocardite?

Há diversos vírus diferentes que podem causar a miocardite, dentre eles é possível citar os vírus que atingem o sistema respiratório, ou seja, os popularmente ditos “vírus da gripe”.

Muitos caos no entanto, possuem causas desconhecidas.

Existe cura para miocardite?

Quase sempre a cura ocorre e não deixa consequências maiores, todavia é importante que o tratamento seja feito com o profissional e que todas as medidas solicitadas sejam seguidas. 

O tratamento geralmente é feito com uso de medicamento, e após a cura, em grande parte dos casos, o paciente volta a ter uma vida normal.                                                                                                                

criança com alergia alimentar

Alergia alimentar: sintomas, diagnóstico e tratamento

O que é alergia alimentar?

Alergia alimentar é uma reação do corpo quando entra em contato com algum alimento específico. Os problemas podem ser leves ou fatais, por isso é importante procurar ajuda médica especializada.

De maneira geral, crianças e bebês são mais propensos a terem alergias alimentares. Contudo, em adultos, é comum que não haja alergia alimentar, mas sim intolerância.

Quais os alimentos que mais causam alergia?

Apesar de qualquer alimento poder causar alergias, há 7 que são mais comuns de ocasionar esse problema, e são eles: ovos, leite, amendoim, frutos do mar, soja, frutas secas e glúten.

Como é feito o diagnóstico da alergia alimentar?

O diagnóstico da doença requer um profissional qualificado que possa avaliar os sintomas clinicamente, e então muito possivelmente avaliar os resultados de exames laboratoriais como o teste prick.

Quais são os sintomas da alergia alimentar?

Os sintomas surgem quando a pessoa entra em contato com o alimento, há casos que mesmo pequenas quantidades ou a não ingestão (apenas contato com a pele por exemplo), já são suficientes para desencadear a reação alérgica.

Em princípio, nos casos mais leves, os sintomas se parecem muito com o da intolerância alimentar, ou seja, o paciente apresenta dores e desconforto abdominal, diarreia e enjoo.

Todavia, nos casos mais graves, é possível notar a presença de irritação nas mucosas da face, falta de ar, inchaço, manchas na pele e etc.

O que é reação anafilática?

É a consequência mais grave e fatal das alergias alimentares, ou seja, requer ajuda médica imediata. Ocorre uma coceira por todo o corpo, inchaço do rosto, cólica abdominal, enjoos, tontura, desmaio e até dificuldade de respirar.

Existe tratamento para a alergia alimentar?

De maneira geral, o método mais seguro é a não ingestão do alimento em questão, todavia em crianças, a alergia pode sumir com o passar do tempo.

Qual o especialista procurar para tratar alergia alimentar?

O especialista mais indicado para tratar esse problema, é o alergista, também chamado alergologista.

bebê brincando na grama

Mitos e verdades: cuidados com o bebê

Respondemos algumas dúvidas frequentes sobre os cuidados necessários com o bebê, contudo, nada substitui uma consulta médica. Cada caso é único e portanto deve ser acompanhado por um médico especialista.

A chupeta entorta os dentes do bebê.

Depende. Durante o primeiro ano de vida do bebê, a chupeta dificilmente irá interferir na formação dentária, contudo, passados os 12 meses de vida, o uso excessivo da chupeta, pode começar a ocasionar problemas.

O bebê que dorme de barriga para cima pode engasgar dormindo.

Mito. A posição com a barriga para cima é a mais indicada e mais segura para bebês de até 1 ano de idade.

É normal a criança ficar doente quando começa a frequentar a escola.

Verdade. Em casa com a mãe, o sistema imunológico do bebê não é muito estimulado, no entanto, ir para a escola significa ter contato com outras crianças. Em suma, é normal que no primeiro ano de escola a criança fique gripada, com dores de garganta ou até com pequenas alergias. Esses problemas são de maneira geral, facilmente tratados e até mesmo essenciais para o desenvolvimento do sistema imunológico da criança.

A papinha deve ser batida no liquidificador.

Mito. Logo no início é comum que as mães batam a sopa com medo de seus filhos engasgarem, mas o que pouco se fala a respeito do assunto, é que o liquidificador além de quebrar as fibras dos alimentos, não estimula a criança a conheces as texturas dos alimentos. Especialistas indicam que os alimentos sejam amassados e ingeridos com calma, afim de apresentar sabores e texturas a seus filhos, e manter as fibras naturais dos alimentos.

O umbigo do bebê precisa permanecer coberto até que caia.

Mito. O único cuidado com o umbigo é a higiene, não há, no entanto, indicações para se manter o local coberto.

Recém-nascido não sente sede.

Verdade. Durante o período de amamentação materna, não há necessidade de dar água ao bebê. O leite materno é completo e por isso deve ser a única fonte de nutrientes durante um período determinado pelo médico.