Medicamento para infecção

Quais os indícios de uma infecção?

O que são infecções?

Infecções são respostas do organismo quando em contato com microrganismos causadores de doenças, ou seja, é uma resposta de que o corpo está sendo invadido por tecidos maléficos (vírus, bactérias, parasitas e etc.) 

Quais sintomas são mais comuns?

Os sintomas de infecções podem variar e as vezes nem aparecer, entretanto o surgimento de pus em feridas, febre e calafrios podem ser alertas do corpo. Geralmente são necessários exames laboratoriais para identificar infecções.

O que causa uma infeção?

  • bactérias,
  • fungos,
  • vírus,
  • parasitas.

Perguntas sobre a infecção urinária:

É verdade que a infecção urinária passa pelo uso do mesmo banheiro?

Não, pelo contrário, segurar a urina fora de casa pode ocasionar a infecção, diferente de ir a um banheiro público.

Tomar friagem pode causar uma infecção?

Mito, o problema da infecção está na diminuição da quantidade de água ingerida durante os períodos de frio, não na friagem em si.

Ingerir muitos líquidos ajuda a prevenir?

Sim, a pouca ingestão de líquidos (água), é uma das principais causadoras de problemas do trato urinário. Portanto, beber água regularmente de maneira correta, pode sim evitar uma infecção urinária.

Lavar-se muito é uma solução?

Não, tudo em excesso é ruim e com a higiene também ocorre o mesmo, portanto, lavar-se com água e sabão repetidas vezes no dia, pode trazer problemas a saúde, como não é uma solução.

Infecção ou inflamação?

A primeira é resultado de uma resposta á agentes externos, ou seja, microrganismos como vírus ou bactérias, já a segunda é uma reação do corpo quando há um corte ou pequeno trauma (não havendo necessidade de um agente externo ocasionar o problema).

Infecções geralmente requerem tratamento médico, enquanto inflamações, em suma, são mais fáceis de serem tratadas.

Qual o tratamento?

O tratamento varia de acordo com o grau e causa da infecção, entretanto é comum o uso de medicamentos nesse tipo de quadro clínico.

Mulher com dor devido refluxo gástrico

Refluxo gástrico: uma doença pediátrica?

O que é:

Doença do sistema digestivo onde há uma irritação da mucosa do tubo alimentar em decorrência do ácido do estômago que volta pelo esôfago.

É verdade que há apenas um tipo de refluxo gástrico?

Não, há mais de um tipo de refluxo, porém, apenas um médico capacitado é capaz de classificar a doença.

É verdade que é uma doença pediátrica?

A resposta pode ser sim, ou não.

Sim, pois muitos bebês podem apresentar os sintomas de refluxo por alguns meses da vida, contudo, em muitos casos os sintomas passam com o tempo.

Não, uma vez que a doença pode acometer pessoas de qualquer idade, entretanto, os sintomas podem ser percebidos a qualquer momento.

Quais são os sintomas?

Os sintomas se parecem com uma gastrite, mas, além de dor abdominal, o paciente com refluxo pode apresentar tosse, arrotos, azias e mau hálito.

O que causa refluxo?

Não é possível apontar apenas uma causa para o refluxo, porém, existem condições que podem estimular o surgimento dessa doença, dentre elas:

Como é realizado o diagnóstico da doença?

O diagnóstico é feito com auxilio de endoscopia e com análise clínica dos sintomas.

Qual o tratamento?

O tratamento varia desde mudanças na dieta até uso de medicamentos. Mas, em muitos casos, não há uma cura, apenas um controle dos sintomas.

Qual médico devo procurar?

Apesar de o pediatra ser capacitado para diagnosticar e tratar o refluxo em crianças, o especialista mais indicado é o gastro.

Quem tem refluxo, precisa realizar uma dieta com restrição?

Nem sempre uma dieta com restrição é obrigatória para pessoas com doenças gástricas,

Todavia, em muitos casos, uma dieta controlada, pode ajudar a controlar os sintomas.

Médico fazendo acompanhamento

Acompanhamento médico.

Importância do acompanhamento:

O acompanhamento médico tem sua importância pois ajuda a prevenir doenças futuras e a manter uma saúde estável.

Há diversas doenças silenciosas, ou seja, que não apresentam sintomas em seu estágio inicial, ao realizar exames de rotina é possível identifica-las a tempo de haver um tratamento efetivo.

Além disso o médico poderá solicitar vacinas, suplementos, vitaminas e muitos outros componentes que auxiliem seus pacientes a manterem uma boa saúde.

Quais exames podem ser solicitados?

Em uma consulta de acompanhamento é possível que o médico solicite exames laboratoriais, dentre eles os mais comuns são exames de sangue (hemograma), exames de colesterol, exames de urina, fezes, ecocardiogramas, entretanto para mulheres podem ser pedidos o exame Papanicolau e mamografia.

Quais médicos podem fazer o acompanhamento?

Há algumas áreas médicas que são comuns de se realizar a consulta de check-up, como por exemplo, a clínica geral, geriatria, pediatria, ginecologia, gastro e cardio, porém, em caso de doenças pré-existentes, o acompanhamento pode ser feito por demais especialistas.

Quais pessoas devem ir a um médico regularmente?

O acompanhamento deve ser realizado por todos os gêneros e idades, porém, há uma atenção especial para idosos, crianças, grávidas ou pessoas com qualquer tipo de deficiência.

Se consultar com um psiquiatra é considerado acompanhamento?

Depende, em se tratando de check-up, não há exames ou testes preventivos nessa área, porém, quando um problema é detectado, é necessário, manter uma rotina de consultas periódicas com um desses especialistas.

Dicas para quando for a uma consulta de rotina:

Tenha em mente o motivo da sua ida até aquele lugar, portanto, tenha as respostas que seu médico pode realizar. Você sentiu algum sintoma anormal desde a última consulta? Como está a sua alimentação? As idas ao banheiro estão normais? Você tem se sentido cansado sem motivo? Possui alguma doença pré-existente?

Quanto mais respostas, melhor será a consulta. Ter todas as informações auxilia o médico na hora de solicitar exames e realizar o prognóstico.

homem com pneumonia

Pneumonia ou resfriado?

O que é Pneumonia?

A pneumonia é uma infecção pulmonar que surge por consequência da irritação dos alvéolos pulmonares.

Apesar de não ser uma doença própria da geriatria, é necessária uma atenção especial para a população idosa, ao passo que o envelhecimento é um fator de risco para a doença.

Quais são os sintomas?

Os sintomas se parecem com os de uma gripe forte, porém, em uma pneumonia, a evolução da doença, de forma geral acontece mais rapidamente.

Em outras palavras, secreção, febre alta, tosse, mal-estar e falta de ar são comuns em pacientes com quadro de pneumonia.

Mas é uma pneumonia ou uma gripe?

Apesar de serem facilmente confundidas, há diferenças nos sintomas, de maneira que é comum que quadros de pneumológicos apresentem febre acima de 38°C e resfriados não. Do mesmo modo, outra diferença importante e que é facilmente notada, é a mucosa na tosse, por vezes resfriados possuem tosse seca e pneumonias apresentam mucosa de cor verde-amarelada.

Como a pneumonia é um quadro mais avançado e grave, sintomas como dor no tórax ou mal-estar acima do normal, também podem surgir como sintomas.

Quais as possíveis causas?

A pneumonia pode ser causada por bactérias, vírus, fungos, substâncias inorgânicas e até por reações alérgicas.

A forma mais comum é provocada por bactérias, que se infiltram nos alvéolos pulmonares. A doença pode acometer apenas um dos pulmões ou ambos.  

O tabagismo é um agente causador comum de pneumonias. Mas, estar exposto a ar-condicionado constantemente, vem se mostrando um possível fator que contribui para o surgimento da doença.

É necessário um exame dos pulmões?

Por se tratar de uma doença pulmonar, geralmente o diagnóstico é feito com exame de raio X dos pulmões.

Tratamentos:

Os tratamentos geralmente envolvem medicamentos (antibióticos e corticoides), porém em casos de pneumonia avançados é possível que o paciente precise ficar internado, recebendo medicamentos intravenosos e sob supervisão de médicos e enfermeiros.

Prevenção:

Assim como gripes, a pneumonia também pode ser prevenida com vacinas e com higiene adequada.

pessoa com medidor de insulina verificando sua diabetes

Diabetes: Falta de açúcar no sangue?

O que é?

Conhecida popularmente como “falta de açúcar no sangue” a diabetes na verdade é a dificuldade que o pâncreas pode apresentar em produzir insulina (hormônio que absorve a glicose no corpo). Há, no entanto, mais de um tipo de diabetes.

Quais sintomas são mais comuns?

Os sintomas são facilmente percebidos, porém, são eventualmente confundidos com outras doenças. É importante ater-se a feridas que demoram para cicatrizar, aumento do apetite, alterações de visão e infecções na pele e nas unhas.

Como descobrir se tenho diabetes?

Ao sinal de um ou mais sintomas, procure seu médico.

O diagnóstico é feito através de exame de sangue. Podendo ser o exame no entanto, laboratorial ou durante a própria consulta.

Comer açúcar é a causa?

O tipo 1 de diabetes apresenta como causa a incapacidade do pâncreas em produzir insulina.

No tipo 2, contudo, o pâncreas produz a insulina, mas com pouca eficiência, ou seja, a insulina não consegue sintetizar a glicose.

Há também a chamada diabetes gestacional, que é decorrente do aumento de peso da mãe.

O consumo de açúcar não leva um paciente a desenvolver diabetes, todavia o sobrepeso pode ser uma causa para a doença.

Como é feito o tratamento?

O tratamento pode ser feito com uso de insulina injetável ou medicamentos, porém, exercícios físicos e reeducação alimentar podem auxiliar no tratamento.

Convivendo com a doença:

A diabetes não possui cura, entretanto, é possível que seja controlada. O paciente diagnosticado com a doença, precisa mudar seus hábitos alimentares e iniciar uma prática de exercícios caso queira melhorar sua qualidade de vida.

Geralmente, conviver com a diabetes significa ter que medir a glicemia em casa e por vezes fazer uso de medicações injetáveis, todavia, cada caso é único e deve ser acompanhado por um especialista.

Qual especialista pode fazer o acompanhamento da diabetes?

Se você já possui um clínico geral de confiança é possível que este auxilie no tratamento da diabetes. Porém, como se trata de uma doença de cunho endocrinológico, o médico endocrinologista é o mais recomendado para o tratamento.

No caso de crianças e idosos, o pediatra e o geriatra também podem fazer o acompanhamento de seus pacientes respectivamente.

Pessoa com obesidade

Obesidade: riscos, causas e tratamentos

O que é?

A obesidade é caracterizada pelo peso excedente, ou seja, um acúmulo de gordura prejudicial à saúde. Porém, ao contrário do que se dizia antigamente, não é só a má alimentação que pode ocasionar a doença.

Quais são os sintomas?

Uma pessoa com obesidade pode apresentar sintomas físicos ou internos, o primeiro se caracteriza por aumento da circunferência abdominal, já o segundo se qualifica por cansaço extremo, indisposição, insuficiência respiratória entre outros.

Como saber se estou obeso:

Há um cálculo que pode te auxiliar a saber se você está com obesidade, entretanto, todo diagnóstico só pode ser realizado por um médico.

O cálculo é: Altura multiplicada por ela mesma, depois Peso dividido pelo quadrado da altura. Valores acima de 30 são considerados obesidade.

Sempre consulte um médico pois nada substitui uma avaliação clínica ou exames laboratoriais.

O que causa obesidade?

Há diversas causas para obesidade, entretanto a má alimentação tem sido um dos motivos mais frequentes do aumento de peso.

Disfunções hormonais, todavia, são causas reais do aumento de peso, e nesses casos, o paciente deverá fazer tratamentos além da reeducação alimentar.

Quais as consequências da obesidade?

A obesidade é um fator de risco para diversas outras doenças como hipertensão, diabetes, refluxo, artrose e até infartos. Porém, pessoas com diabetes podem apresentar infertilidade, cansaço extremo dentre outros fatores que interferem na qualidade de vida do paciente.

Quais os possíveis tratamentos?

O tratamento para obesidade depende da causa que levou a essa condição. Todavia, se a causa for má alimentação, o tratamento pode ser uma reeducação alimentar, entretanto se a causa for alguma disfunção hormonal, o tratamento mais adequado pode envolver medicamentos ou cirurgias.

Jamais se automedique ou siga dietas e tratamentos de outras pessoas, é necessário que um especialista avalie a condição de cada paciente, afim de indicar o melhor tratamento. Realizar um tratamento sem a prescrição médica, pode agravar o quadro do paciente.

transtorno do crescimento

O crescimento e seus problemas

O que é esse transtorno?

O crescimento de qualquer indivíduo é relativo a seu modo de vida e seus hábitos, entretanto, por vezes a estatura de alguma criança aparenta muito fora dos padrões.

Nesse caso é possível que haja alguma disfunção hormonal (o hormônio do crescimento é chamado GH)que esteja causando um distúrbio de crescimento.

O transtorno do crescimento está ligado a fatores hormonais, e não genéticos, portanto, nanismo não é um transtorno do crescimento.

O problema é comumente associado a crianças, porém, adultos também podem sofrer com a doença.

Quais os sintomas?

O sintoma é em suma, físico, ou seja, visivelmente uma criança pode ser mais baixa ou mais alta que os demais de sua idade.

Vale lembrar que o fator genético é que determina a altura, portanto filhos de pais com estatura baixa, possivelmente serão mais baixos também, o que ocorre em casos de pais com estatura mais alta.

Ser uma pessoa “baixa”, não necessariamente quer dizer que o paciente possui alguma disfunção do crescimento.

Quais as causas do transtorno do crescimento?

A principal causa é a disfunção hormonal, mas não só isso como doenças crônicas e desnutrição também podem ser possíveis causas.

Crianças que nasceram prematuras (menos de 37 semanas de gestação), também podem ter distúrbios do crescimento.

Em meninas, a síndrome de Turner também pode ser uma das causas do transtorno de crescimento, a síndrome tem origem genética

Como é realizado o diagnóstico?

O diagnóstico geralmente é feito por um conjunto de análises que podem envolver exames físicos, exames de sangue e raio X de idade óssea.

Em consultas de check-up, o médico costuma medir a altura e pesar seus pacientes. Esse simples procedimento é a primeira maneira de se diagnosticar qualquer anormalidade.

Qual o tratamento mais indicado?

O tratamento depende da causa, entretanto, o paciente pode recorrer a recursos pediátricos, nutricionais e endócrinos. Cada caso, no entanto, requer uma análise única.

Posso ter asma? Entenda a doença.

O que é asma?

Há no sistema respiratórias, diversas vias por onde o ar deve passar, uma dessas vias se chama bronquíolos, entretanto, uma vez que essa via se estreita dificultando a passagem de ar, temos a asma, ou seja, a há o bloqueio da passagem de ar nos pulmões.

A asma é uma condição grave, mas que nos dias de hoje pode ser facilmente controlada. Todavia, é necessário um diagnóstico antes que o quadro se complique e possa trazer prejuízos maiores ao paciente.

Se não tratada, as consequências da doença podem ser cada vez mais complexas.

Como ocorre o diagnóstico da doença?

De maneira geral o diagnóstico é feito sem necessidade de exames laboratoriais, porém, para isso, é necessário um estudo minucioso a respeito do histórico do paciente.

Procurar um profissional logo no início dos sintomas, no entanto, pode facilitar o diagnóstico.

Quais os principais sintomas?

A dificuldade de respirar é o sintoma mais característico, porém, sentimento de ansiedade e chiado no peito também são sintomas comuns.

Apesar de ser facilmente confundida com outras doenças, a asma é um quadro mais complexo que requer atenção.

O que causa a asma?

Não se sabe ao certo a causa da asma, porém, exposição a componentes alergênicos ou produtos químicos podem aumentar as chances de apresentar um quadro de asma.

Há alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de se desenvolver algumas doenças, no caso da asma, entretanto, o fator de risco que mais é comum, é a obesidade

Qual o tratamento mais indicado?

O tratamento pode variar desde medicamentos orais até o uso contínuo das chamadas “bombinhas”.

Todo tratamento só pode ser indicado por um profissional. Não se automedique. Não siga tratamentos de outras pessoas.

Qual médico procurar?

Tanto o pediatra, como o clínico ou o geriatra estão aptos para tratar pacientes com asma.

O que pouco se sabe, é que o alergista é o especialista mais indicado para tratar essa doença.