Mulher com síndrome do ovário policístico

SOP: Síndrome do ovário policístico

O que é essa síndrome?

Os ovários são responsáveis por produzir hormônios e armazenar óvulos. Uma vez que os ovários criar cistos, temos a chamada síndrome do ovário policístico (SOP).

Os cistos surgem em decorrência do aumento do nível de hormônios masculinos (testosterona) no corpo da mulher. Vale dizer que todas as mulheres possuem um pouco de testosterona, porém, em pacientes com a síndrome, os níveis são elevados.

Quais os sintomas?

O sintoma mais fácil de se notar é a menstruação desregular ou quase inexistente. Mas, apesar disso, acne, obesidade e infertilidade e pelos em demasia são comuns também.  

Problemas que surgem junto:

Assim como diversas doenças, o problema não é isolado, ou seja, pacientes com a síndrome do ovário policístico sã propensas a ter obesidade, colesterol, diabetes com maior facilidade.

A infertilidade também pode vir junto como mais um desafio a ser tratado pelo médico responsável.

Diagnosticando os cistos

O diagnóstico requer exames laboratoriais como o ultrassom. O exame busca folículos no ovário, portanto, deve ser realizado entre o terceiro e quinto dia de menstruação.

Mulheres que apresentem folículos sem desordens de ovulação ou hiperandrogenismo, não são consideras pacientes com SOP.

Para auxiliar o diagnóstico, é importante que a paciente mantenha anotado o histórico de seu ciclo menstrual.

O que causa essa doença?

A causa é desconhecida, todavia sabe-se que pode haver uma predisposição genética para a doença.

Qual o tratamento da síndrome do ovário policístico?

O tratamento geralmente é feito através de medicamentos. Em casos que sejam mais graves ou prejudiciais a saúde da mulher, o médico pode realizar uma cirurgia de remoção dos cistos ou do ovário.

Manter uma boa dieta e uma rotina de exercícios, também fazem parte da regulação hormonal.

Qual médico procurar?

A princípio, o ginecologista será o médico que irá diagnosticar a doença (por se tratar de uma irregularidade no sistema reprodutor feminino), todavia, por ser uma doença causada por fatores hormonais, o endocrinologista também auxilia o tratamento.

Hipo e hipertireoidismo

O que são
A tireoide é uma glândula que produz os hormônios que influenciam várias funções no organismo humano, como os batimentos cardíacos, os movimentos intestinais, a capacidade de concentração do cérebro, o tônus da musculatura, a regulação dos ciclos menstruais, do humor e da respiração celular. Quando há baixa ou nenhuma produção desses hormônios, ocorre o hipotireoidismo. Já no caso de produção excessiva, tem-se o hipertireoidismo.

Sintomas
No hipotireoidismo, há cansaço, indisposição, leve depressão, pele seca e fria, atividade cerebral em decréscimo, entre outros sinais. No hipertireoidismo, o metabolismo fica ativado demais, e com isso, há tremor, olhos saltados, nervosismo e irritação, perda de peso, suores excessivos e intolerância ao calor.

Causas
No hipotireoidismo, podem ser duas: uma doença auto-imune que provoca a redução gradativa da glândula; ou iodo em níveis desregulados na alimentação. No hipertireoidismo, a causa geralmente é genética.

Tratamento
Varia de acordo com a causa da doença, e deve ser feito assim que o problema é diagnosticado. No hipotireoidismo, o indicado é fazer a reposição do hormônio, por toda a vida. No hipertireoidismo, o tratamento pode incluir medicamentos, iodo radioativo e cirurgia, mas também depende das causas da doença e de como ela afeta a vida do paciente. O médico avaliará cada quadro para indicar o melhor tratamento.

pessoa com medidor de insulina verificando sua diabetes

Diabetes: Falta de açúcar no sangue?

O que é?

Conhecida popularmente como “falta de açúcar no sangue” a diabetes na verdade é a dificuldade que o pâncreas pode apresentar em produzir insulina (hormônio que absorve a glicose no corpo). Há, no entanto, mais de um tipo de diabetes.

Quais sintomas são mais comuns?

Os sintomas são facilmente percebidos, porém, são eventualmente confundidos com outras doenças. É importante ater-se a feridas que demoram para cicatrizar, aumento do apetite, alterações de visão e infecções na pele e nas unhas.

Como descobrir se tenho diabetes?

Ao sinal de um ou mais sintomas, procure seu médico.

O diagnóstico é feito através de exame de sangue. Podendo ser o exame no entanto, laboratorial ou durante a própria consulta.

Comer açúcar é a causa?

O tipo 1 de diabetes apresenta como causa a incapacidade do pâncreas em produzir insulina.

No tipo 2, contudo, o pâncreas produz a insulina, mas com pouca eficiência, ou seja, a insulina não consegue sintetizar a glicose.

Há também a chamada diabetes gestacional, que é decorrente do aumento de peso da mãe.

O consumo de açúcar não leva um paciente a desenvolver diabetes, todavia o sobrepeso pode ser uma causa para a doença.

Como é feito o tratamento?

O tratamento pode ser feito com uso de insulina injetável ou medicamentos, porém, exercícios físicos e reeducação alimentar podem auxiliar no tratamento.

Convivendo com a doença:

A diabetes não possui cura, entretanto, é possível que seja controlada. O paciente diagnosticado com a doença, precisa mudar seus hábitos alimentares e iniciar uma prática de exercícios caso queira melhorar sua qualidade de vida.

Geralmente, conviver com a diabetes significa ter que medir a glicemia em casa e por vezes fazer uso de medicações injetáveis, todavia, cada caso é único e deve ser acompanhado por um especialista.

Qual especialista pode fazer o acompanhamento da diabetes?

Se você já possui um clínico geral de confiança é possível que este auxilie no tratamento da diabetes. Porém, como se trata de uma doença de cunho endocrinológico, o médico endocrinologista é o mais recomendado para o tratamento.

No caso de crianças e idosos, o pediatra e o geriatra também podem fazer o acompanhamento de seus pacientes respectivamente.

Pessoa com obesidade

Obesidade: riscos, causas e tratamentos

O que é?

A obesidade é caracterizada pelo peso excedente, ou seja, um acúmulo de gordura prejudicial à saúde. Porém, ao contrário do que se dizia antigamente, não é só a má alimentação que pode ocasionar a doença.

Quais são os sintomas?

Uma pessoa com obesidade pode apresentar sintomas físicos ou internos, o primeiro se caracteriza por aumento da circunferência abdominal, já o segundo se qualifica por cansaço extremo, indisposição, insuficiência respiratória entre outros.

Como saber se estou obeso:

Há um cálculo que pode te auxiliar a saber se você está com obesidade, entretanto, todo diagnóstico só pode ser realizado por um médico.

O cálculo é: Altura multiplicada por ela mesma, depois Peso dividido pelo quadrado da altura. Valores acima de 30 são considerados obesidade.

Sempre consulte um médico pois nada substitui uma avaliação clínica ou exames laboratoriais.

O que causa obesidade?

Há diversas causas para obesidade, entretanto a má alimentação tem sido um dos motivos mais frequentes do aumento de peso.

Disfunções hormonais, todavia, são causas reais do aumento de peso, e nesses casos, o paciente deverá fazer tratamentos além da reeducação alimentar.

Quais as consequências da obesidade?

A obesidade é um fator de risco para diversas outras doenças como hipertensão, diabetes, refluxo, artrose e até infartos. Porém, pessoas com diabetes podem apresentar infertilidade, cansaço extremo dentre outros fatores que interferem na qualidade de vida do paciente.

Quais os possíveis tratamentos?

O tratamento para obesidade depende da causa que levou a essa condição. Todavia, se a causa for má alimentação, o tratamento pode ser uma reeducação alimentar, entretanto se a causa for alguma disfunção hormonal, o tratamento mais adequado pode envolver medicamentos ou cirurgias.

Jamais se automedique ou siga dietas e tratamentos de outras pessoas, é necessário que um especialista avalie a condição de cada paciente, afim de indicar o melhor tratamento. Realizar um tratamento sem a prescrição médica, pode agravar o quadro do paciente.

transtorno do crescimento

O crescimento e seus problemas

O que é esse transtorno?

O crescimento de qualquer indivíduo é relativo a seu modo de vida e seus hábitos, entretanto, por vezes a estatura de alguma criança aparenta muito fora dos padrões.

Nesse caso é possível que haja alguma disfunção hormonal (o hormônio do crescimento é chamado GH)que esteja causando um distúrbio de crescimento.

O transtorno do crescimento está ligado a fatores hormonais, e não genéticos, portanto, nanismo não é um transtorno do crescimento.

O problema é comumente associado a crianças, porém, adultos também podem sofrer com a doença.

Quais os sintomas?

O sintoma é em suma, físico, ou seja, visivelmente uma criança pode ser mais baixa ou mais alta que os demais de sua idade.

Vale lembrar que o fator genético é que determina a altura, portanto filhos de pais com estatura baixa, possivelmente serão mais baixos também, o que ocorre em casos de pais com estatura mais alta.

Ser uma pessoa “baixa”, não necessariamente quer dizer que o paciente possui alguma disfunção do crescimento.

Quais as causas do transtorno do crescimento?

A principal causa é a disfunção hormonal, mas não só isso como doenças crônicas e desnutrição também podem ser possíveis causas.

Crianças que nasceram prematuras (menos de 37 semanas de gestação), também podem ter distúrbios do crescimento.

Em meninas, a síndrome de Turner também pode ser uma das causas do transtorno de crescimento, a síndrome tem origem genética

Como é realizado o diagnóstico?

O diagnóstico geralmente é feito por um conjunto de análises que podem envolver exames físicos, exames de sangue e raio X de idade óssea.

Em consultas de check-up, o médico costuma medir a altura e pesar seus pacientes. Esse simples procedimento é a primeira maneira de se diagnosticar qualquer anormalidade.

Qual o tratamento mais indicado?

O tratamento depende da causa, entretanto, o paciente pode recorrer a recursos pediátricos, nutricionais e endócrinos. Cada caso, no entanto, requer uma análise única.

Exame de ferro indicando anemia

Anemia, falta de ferro?

O que é anemia?

Hemoglobinas são proteínas presentes no organismo que tem a função de transportar oxigênio na corrente sanguínea, a deficiência dessa proteína caracteriza a anemia. Todavia, a anemia pode ser dita popularmente como “falta de ferro no sangue”.

Nem sempre, a expressão “falta de ferro”, descreve todo o complexo que é a doença. Consulte um médico e tire suas dúvidas.

Quais são os sintomas?

Os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças, portanto é necessário realizar exame laboratorial (geralmente um hemograma que contenha parâmetros de ferro e ferritina). Os sintomas vão desde de cansaço e fraqueza até palpitações e taquicardias.

Quando a anemia se torna grave?

A anemia, por si só, já requer bastante atenção, porém, se não tratada pode evoluir para uma leucemia.

A doença se torna um perigo maior quando seus sintomas impedem o paciente de viver normalmente.

O que causa anemia?

  • hereditariedade,
  • má alimentação,
  • problemas hormonais.

Qual o tratamento?

O tratamento depende da causa, podendo variar de reeducação alimentar a medicamentos Em casos graves, pode ser necessário que o paciente receba bolsa de sangue. Todo tratamento só pode ser prescrito por um médico, portanto, consulte um especialista.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito através de exame laboratorial. O hemograma completo, solicitado pelo médico, possui os parâmetros de ferro e ferritina, que são os principais indicativos da doença.

Há apenas um tipo de anemia?

Não, há diversos tipos de anemia, mas somente um médico pode fornecer o prognóstico.

Qual especialista procurar?

Depende da causa, portanto, realizar uma primeira consulta com um clínico geral pode ser a solução.

Quando a causa é hormonal, o especialista responsável é o endocrinologista, porém, se a causa for má alimentação, a nutricionista poderá auxiliar no tratamento. Em suma, o tratamento é feito por mais de um especialista.

Hipo e hipertireoidismo

O que são?
A tireoide é uma glândula que produz os hormônios que influenciam várias funções no organismo humano, como os batimentos cardíacos, os movimentos intestinais, a capacidade de concentração do cérebro, o tônus da musculatura, a regulação dos ciclos menstruais, do humor e da respiração celular. Quando há baixa ou nenhuma produção desses hormônios, ocorre o hipotireoidismo. Já no caso de produção excessiva, tem-se o hipertireoidismo.

Sintomas
No hipotireoidismo, há cansaço, indisposição, leve depressão, pele seca e fria, atividade cerebral em decréscimo, entre outros sinais. No hipertireoidismo, o metabolismo fica ativado demais, e com isso, há tremor, olhos saltados, nervosismo e irritação, perda de peso, suores excessivos e intolerância ao calor.

Causas
No hipotireoidismo, podem ser duas: uma doença auto-imune que provoca a redução gradativa da glândula; ou iodo em níveis desregulados na alimentação. No hipertireoidismo, a causa geralmente é genética.

Tratamento
Varia de acordo com a causa da doença, e deve ser feito assim que o problema é diagnosticado. No hipotireoidismo, o indicado é fazer a reposição do hormônio, por toda a vida. No hipertireoidismo, o tratamento pode incluir medicamentos, iodo radioativo e cirurgia, mas também depende das causas da doença e de como ela afeta a vida do paciente. O médico avaliará cada quadro para indicar o melhor tratamento.